Deportes

Pediatra gigi russian model//
Retrospectiva: 50 mulheres inspiradoras que marcaram o ano de 2019 (41-50)

Russian, Model, Actress, Gigi
Retrospectiva: 50 mulheres inspiradoras que marcaram o ano de 2019 (41-50)

RIO –  Da primeira caminhada espacial 100% feminina ao posicionamento assertivo da seleção feminina de futebol dos Estados Unidos, passando pela coragem da ativista Greta Thunberg, a potência de Linn da Quebrada e a sabedoria de Fernanda Montenegro. O ano foi intenso, mas também foi marcado por trajetórias inspiradoras de mulheres ao redor do mundo, nas artes, nas ciências, na política e no ativismo.

gigi russian

CELINA selecionou 50 mulheres que, de alguma forma, marcaram este ano que termina, seja por seu pioneirismo e inovação, por seu talento ou pelo seu comprometimento na luta por direitos.

Modelo russian gigi

Desde o dia 27, diariamente revelamos dez novos nomes da nossa lista, por ordem alfabética. Nossa seleção chega ao fim hoje, mas é claro que ela não se esgota aqui. Milhares de outras mulheres espalhadas pelo mundo, famosas ou não, fizeram e continuarão fazendo a diferença em 2020. Veja quem já apareceu por aqui e aproveite este final de 2019 para se inspirar com essas mulheres incríveis.

Modelo gigi russian

Parte 1 : Do Congresso dos EUA, com Alexandria-Ocacio Cortez, ao cinema brasileiro, com Fernanda Montenegro

Parte 2 : As mulheres no balé, no futebol ou na defesa do planeta

Parte 3 : Linn da Quebrada, Lady Gaga, Lizzo, Ludmilla e muito mais

Parte 4 : Da duquesa feminista Meghan Markle às mulheres chilenas

Ro’Otsitsina Xavante Ro’Otsitsina Xavante é filha de Mário Juruna – o primeiro indígena eleito para o legislativo nacional, em 1983 – e tem se destacado na mobilização dos povos indígenas no Brasil. Ela é uma das porta-vozes do movimento de mulheres indígenas que, em 2019, realizou sua primeira marcha nas ruas de Brasília. A manifestação, realizada na capital federal em agosto, tinha como objetivo trazer à tona discussões como direito ao território, políticas governamentais, violência de gênero, machismo e homofobia. “Dizer que nós mulheres indígenas não enfrentamos violência é mentira”, disse, em entrevista ao El País.

Model russian gigi

PUBLICIDADE Para ela, além da saúde, educação e da violência de gênero, debater a questão territorial é fundamental para o movimento feminista indígena. “A gente só vai conseguir ter educação e saúde se estiver no nosso território”, afirmou ao periódico espanhol.

model gigi russian

Existe feminismo indígena? Seis mulheres dizem pelo que lutam

Roberta Costa Marques Ela é engenheira agrônoma por formação — e mestre em economia aplicada —, mas foi na área social e de saúde que se encontrou. Roberta Costa Marques , de 42 anos, é hoje um dos principais nomes do país quando se trata de novas iniciativas para tratamento e prevenção de câncer infantojuvenil. Diretora do Instituto Desiderata, ONG que atua justamente no combate a esse tipo de doença, Roberta foi nomeada uma das jovens líderes da The Union for International Cancer Control’s (UICC).

actress gigi russian

Sanna Marin Aos 34 anos, a mais jovem primeira-ministra em atuação no mundo, Sanna Marin, formou um governo majoritariamente feminino na Finlândia Foto: Alain Jocard / AFP Em 2019, Sanna Marin se tornou a nova primeira-ministra da Finlândia e a premier mais jovem em atuação no mundo, com 34 anos. Para governar o país, ela formou uma equipe majoritariamente feminina. Dos 19 ministros, 12 são mulheres. Marin representa a ala mais progressista e ecológica do Partido Social-Democrata da Finlândia. Nascida na capital do país em 1985, ela foi criada pela mãe e o padastro. Desde jovem, se interessou por política e se juntou aos jovens sociais-democratas do país, enquanto estudava Administração Pública na universidade. Apesar da pouca idade e de comandar o Ministério dos Transportes e Comunicação nos seis meses anteriores a sua eleição, a luta de Marin estará focada em conseguir melhores condições de vida para os idosos no país.VS Angel gigi russian

PUBLICIDADE Serena Williams Tenista profissional. Negra. Norte-americana. Segunda maior campeã olímpica da História do tênis. Terceira tenista em toda a História a se manter por mais tempo como a número 1 do mundo. São muitas as conquistas que fazem de Serena Williams um dos maiores tesouros do tênis mundial. Serena já usou a quadra como palco de protesto contra o machismo e, em 2019, conquistou sua 101ª vitória no US Open. Com essa marca, ela se igualou à recordista Chris Evert, ex-tenista americana.gigi russian model

Leia mais : 5 fatos que fazem de Serena Williams um tesouro do tênis e uma mulher admirável

Silvia Federici Autora do clássico 'O Calibã e a Bruxa', Silvia Federici é uma das pensadoras feministas mais importantes da atualidade e, em 2019, esteve no Brasil Foto: Luis Nieto / Divulgação/Editora Elefante Uma das mais relevantes escritoras feministas da atualidade, a pesquisadora ítalo-americana Silvia Federici esteve no Brasil em 2019. Ela é autora do clássico “O Calibã e a Bruxa”, onde resgata a história da caça às bruxas, entendendo que ela foi fundamental para a instituição do sistema de produção capitalista e do lugar da mulher na sociedade. Em sua passagem pelo país, lançou outros dois livros em português e falou sobre o avanço do conservadorismo no mundo e sobre como os corpos das mulheres ainda são controlados. “O Estado dá ao homem o poder sob o corpo das mulheres”, disse, em entrevista à CELINA.gigi russian modelo

Veja também : ‘Eu já fingi orgasmo muitas vezes’, diz escritora italiana que discute apropriação do corpo das mulheres

PUBLICIDADE Sônia Guajajara Sônia Guajajara é coordenadora executiva da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), tem voz no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e é a primeira e única indígena que já foi pré-candidata à vice-presidência do Brasil. Isso aconteceu nas últimas eleições, na chapa encabeçada por Guilherme Boulos (Psol). Neste ano, ela esteve na liderança da 1ª Marcha de Mulheres Indígenas , realizada em Brasília, em agosto.gigi modelo rusa

Para ela, tão importante quanto a existência de mulheres indígenas mantendo a cultura de seu povo dentro das aldeias, é a existência de indígenas em outros espaços, como a universidade e a política. “Nascer uma mulher indígena já é nascer como resistência”, afirma

Sudanesa nos protestos Foto tirada por celular mostra mulher de branco em cima de um capô de carro, discursando e cantando para a multidão Foto: Reprodução Ninguém soube exatamente quem ela era, mas, desde que subiu no capô de um carro em Cartum , capital do Sudão , e começou a cantar pedindo uma revolução, ela se transformou em ícone para outras mulheres do país, assolado pelo desemprego, pela repressão e pela pobreza. A imagem impressionou e viralizou: uma mulher jovem, sozinha, toda de branco, com grandes brincos dourados em formato de argola, de pé em um nível acima da multidão, falando abertamente sobre a necessidade de mobilização popular. Mesmo sem sabermos o seu nome, ela se tornou um símbolo da resistência feminina no país

PUBLICIDADE Winnie Bueno A doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Winnie Bueno é a mente por trás da iniciativa que conecta pessoas negras que precisam de um livro a quem se dispõe a doar. Anteriormente chamado “Tinder dos Livros, em alusão ao aplicativo de paquera, e agora ” Winnieteca “, o projeto tem como objetivo democratizar o acesso à literatura para promover a mudança contra o racismo. O processo era feito manualmente, mas no final deste ano, com apoio do Twitter, foi automatizado. Em pouco mais de um ano — a ideia surgiu no Dia da Consciência Negra de 2018 — mais de mil livros foram distribuídos pelo país

Deu match : Conheça a iniciativa que já doou 800 livros para pessoas negras

Fazer com que livros cheguem às pessoas negras é uma forma de que essas pessoas também possam adquirir esse conhecimento de forma autônoma. Esse é o cerne do Tinder dos Livros — disse Winnie, em entrevista à CELINA

Yalitza Aparicio Yalitza Aparicio como Cleo, protagonista do filme "Roma", de Alfonso Cuarón; atuação lhe rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 2019 Foto: Alfonso Cuarón / Divulgação A atriz mexicana Yalitza Aparicio foi revelada ao mundo em 2018 no longa “Roma”, de Alfonso Cuarón. A atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 2019. Indígena e feminista, neste ano Aparicio também se tornou embaixadora da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O título foi concedido pela Unesco pelo compromisso de Aparicio com a defesa dos povos indígenas e com a igualdade de gênero. “Sou uma mulher indígena orgulhosa, que busca o resgate de línguas indígenas e que busca oportunidades iguais em tudo”, disse, ao receber a honraria

PUBLICIDADE Zozibini Tunzi Zozibini Tunzi é o nome da Miss Universo 2019. A sul-africana, de 26 anos, foi coroada em dezembro, em Atlanta, nos EUA, onde aconteceu a disputa. Ela foi a quinta mulher negra a receber a coroa em 68 edições do concurso. A modelo foi muito aplaudida após fazer um discurso potente durante o evento

Leia também : A nova Miss Universo é uma mulher negra. Por que isso é importante?

“Acho que somos os seres mais poderosos do mundo e, a nós, deveriam ser dadas todas as oportunidades. E é isso o que deveríamos ensinar a essas jovens meninas: a ocupar espaço. Nada é mais importante do que ocupar espaços na sociedade e se estabelecer nela”, disse. Sua vitória impulsionou a discussão sobre representatividade e, principalmente, sobre a importância de uma mulher negra ser um símbolo de beleza mundial

RIO –  Da primeira caminhada espacial 100% feminina ao posicionamento assertivo da seleção feminina de futebol dos Estados Unidos, passando pela coragem da ativista Greta Thunberg, a potência de Linn da Quebrada e a sabedoria de Fernanda Montenegro. O ano foi intenso, mas também foi marcado por trajetórias inspiradoras de mulheres ao redor do mundo, nas artes, nas ciências, na política e no ativismo.

gigi russian

CELINA selecionou 50 mulheres que, de alguma forma, marcaram este ano que termina, seja por seu pioneirismo e inovação, por seu talento ou pelo seu comprometimento na luta por direitos.

Modelo russian gigi

Desde o dia 27, diariamente revelamos dez novos nomes da nossa lista, por ordem alfabética. Nossa seleção chega ao fim hoje, mas é claro que ela não se esgota aqui. Milhares de outras mulheres espalhadas pelo mundo, famosas ou não, fizeram e continuarão fazendo a diferença em 2020. Veja quem já apareceu por aqui e aproveite este final de 2019 para se inspirar com essas mulheres incríveis.

Modelo gigi russian

Parte 1 : Do Congresso dos EUA, com Alexandria-Ocacio Cortez, ao cinema brasileiro, com Fernanda Montenegro

Parte 2 : As mulheres no balé, no futebol ou na defesa do planeta

Parte 3 : Linn da Quebrada, Lady Gaga, Lizzo, Ludmilla e muito mais

Parte 4 : Da duquesa feminista Meghan Markle às mulheres chilenas

Ro’Otsitsina Xavante Ro’Otsitsina Xavante é filha de Mário Juruna – o primeiro indígena eleito para o legislativo nacional, em 1983 – e tem se destacado na mobilização dos povos indígenas no Brasil. Ela é uma das porta-vozes do movimento de mulheres indígenas que, em 2019, realizou sua primeira marcha nas ruas de Brasília. A manifestação, realizada na capital federal em agosto, tinha como objetivo trazer à tona discussões como direito ao território, políticas governamentais, violência de gênero, machismo e homofobia. “Dizer que nós mulheres indígenas não enfrentamos violência é mentira”, disse, em entrevista ao El País.

Model russian gigi

PUBLICIDADE Para ela, além da saúde, educação e da violência de gênero, debater a questão territorial é fundamental para o movimento feminista indígena. “A gente só vai conseguir ter educação e saúde se estiver no nosso território”, afirmou ao periódico espanhol.

model gigi russian

Existe feminismo indígena? Seis mulheres dizem pelo que lutam

Roberta Costa Marques Ela é engenheira agrônoma por formação — e mestre em economia aplicada —, mas foi na área social e de saúde que se encontrou. Roberta Costa Marques , de 42 anos, é hoje um dos principais nomes do país quando se trata de novas iniciativas para tratamento e prevenção de câncer infantojuvenil. Diretora do Instituto Desiderata, ONG que atua justamente no combate a esse tipo de doença, Roberta foi nomeada uma das jovens líderes da The Union for International Cancer Control’s (UICC).

actress gigi russian

Sanna Marin Aos 34 anos, a mais jovem primeira-ministra em atuação no mundo, Sanna Marin, formou um governo majoritariamente feminino na Finlândia Foto: Alain Jocard / AFP Em 2019, Sanna Marin se tornou a nova primeira-ministra da Finlândia e a premier mais jovem em atuação no mundo, com 34 anos. Para governar o país, ela formou uma equipe majoritariamente feminina. Dos 19 ministros, 12 são mulheres. Marin representa a ala mais progressista e ecológica do Partido Social-Democrata da Finlândia. Nascida na capital do país em 1985, ela foi criada pela mãe e o padastro. Desde jovem, se interessou por política e se juntou aos jovens sociais-democratas do país, enquanto estudava Administração Pública na universidade. Apesar da pouca idade e de comandar o Ministério dos Transportes e Comunicação nos seis meses anteriores a sua eleição, a luta de Marin estará focada em conseguir melhores condições de vida para os idosos no país.VS Angel gigi russian

PUBLICIDADE Serena Williams Tenista profissional. Negra. Norte-americana. Segunda maior campeã olímpica da História do tênis. Terceira tenista em toda a História a se manter por mais tempo como a número 1 do mundo. São muitas as conquistas que fazem de Serena Williams um dos maiores tesouros do tênis mundial. Serena já usou a quadra como palco de protesto contra o machismo e, em 2019, conquistou sua 101ª vitória no US Open. Com essa marca, ela se igualou à recordista Chris Evert, ex-tenista americana.gigi russian model

Leia mais : 5 fatos que fazem de Serena Williams um tesouro do tênis e uma mulher admirável

Silvia Federici Autora do clássico 'O Calibã e a Bruxa', Silvia Federici é uma das pensadoras feministas mais importantes da atualidade e, em 2019, esteve no Brasil Foto: Luis Nieto / Divulgação/Editora Elefante Uma das mais relevantes escritoras feministas da atualidade, a pesquisadora ítalo-americana Silvia Federici esteve no Brasil em 2019. Ela é autora do clássico “O Calibã e a Bruxa”, onde resgata a história da caça às bruxas, entendendo que ela foi fundamental para a instituição do sistema de produção capitalista e do lugar da mulher na sociedade. Em sua passagem pelo país, lançou outros dois livros em português e falou sobre o avanço do conservadorismo no mundo e sobre como os corpos das mulheres ainda são controlados. “O Estado dá ao homem o poder sob o corpo das mulheres”, disse, em entrevista à CELINA.gigi russian modelo

Veja também : ‘Eu já fingi orgasmo muitas vezes’, diz escritora italiana que discute apropriação do corpo das mulheres

PUBLICIDADE Sônia Guajajara Sônia Guajajara é coordenadora executiva da Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil), tem voz no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) e é a primeira e única indígena que já foi pré-candidata à vice-presidência do Brasil. Isso aconteceu nas últimas eleições, na chapa encabeçada por Guilherme Boulos (Psol). Neste ano, ela esteve na liderança da 1ª Marcha de Mulheres Indígenas , realizada em Brasília, em agosto.gigi modelo rusa

Para ela, tão importante quanto a existência de mulheres indígenas mantendo a cultura de seu povo dentro das aldeias, é a existência de indígenas em outros espaços, como a universidade e a política. “Nascer uma mulher indígena já é nascer como resistência”, afirma

Sudanesa nos protestos Foto tirada por celular mostra mulher de branco em cima de um capô de carro, discursando e cantando para a multidão Foto: Reprodução Ninguém soube exatamente quem ela era, mas, desde que subiu no capô de um carro em Cartum , capital do Sudão , e começou a cantar pedindo uma revolução, ela se transformou em ícone para outras mulheres do país, assolado pelo desemprego, pela repressão e pela pobreza. A imagem impressionou e viralizou: uma mulher jovem, sozinha, toda de branco, com grandes brincos dourados em formato de argola, de pé em um nível acima da multidão, falando abertamente sobre a necessidade de mobilização popular. Mesmo sem sabermos o seu nome, ela se tornou um símbolo da resistência feminina no país

PUBLICIDADE Winnie Bueno A doutoranda em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Winnie Bueno é a mente por trás da iniciativa que conecta pessoas negras que precisam de um livro a quem se dispõe a doar. Anteriormente chamado “Tinder dos Livros, em alusão ao aplicativo de paquera, e agora ” Winnieteca “, o projeto tem como objetivo democratizar o acesso à literatura para promover a mudança contra o racismo. O processo era feito manualmente, mas no final deste ano, com apoio do Twitter, foi automatizado. Em pouco mais de um ano — a ideia surgiu no Dia da Consciência Negra de 2018 — mais de mil livros foram distribuídos pelo país

Deu match : Conheça a iniciativa que já doou 800 livros para pessoas negras

Fazer com que livros cheguem às pessoas negras é uma forma de que essas pessoas também possam adquirir esse conhecimento de forma autônoma. Esse é o cerne do Tinder dos Livros — disse Winnie, em entrevista à CELINA

Yalitza Aparicio Yalitza Aparicio como Cleo, protagonista do filme "Roma", de Alfonso Cuarón; atuação lhe rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 2019 Foto: Alfonso Cuarón / Divulgação A atriz mexicana Yalitza Aparicio foi revelada ao mundo em 2018 no longa “Roma”, de Alfonso Cuarón. A atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz em 2019. Indígena e feminista, neste ano Aparicio também se tornou embaixadora da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O título foi concedido pela Unesco pelo compromisso de Aparicio com a defesa dos povos indígenas e com a igualdade de gênero. “Sou uma mulher indígena orgulhosa, que busca o resgate de línguas indígenas e que busca oportunidades iguais em tudo”, disse, ao receber a honraria

PUBLICIDADE Zozibini Tunzi Zozibini Tunzi é o nome da Miss Universo 2019. A sul-africana, de 26 anos, foi coroada em dezembro, em Atlanta, nos EUA, onde aconteceu a disputa. Ela foi a quinta mulher negra a receber a coroa em 68 edições do concurso. A modelo foi muito aplaudida após fazer um discurso potente durante o evento

Leia também : A nova Miss Universo é uma mulher negra. Por que isso é importante?

“Acho que somos os seres mais poderosos do mundo e, a nós, deveriam ser dadas todas as oportunidades. E é isso o que deveríamos ensinar a essas jovens meninas: a ocupar espaço. Nada é mais importante do que ocupar espaços na sociedade e se estabelecer nela”, disse. Sua vitória impulsionou a discussão sobre representatividade e, principalmente, sobre a importância de uma mulher negra ser um símbolo de beleza mundial.